Wednesday, 10 August 2016

“Eu sempre falo que o trabalho analítico é como o trabalho de uma mulher rendeira. Ela vai bordar em torno dos furos e isso não quer dizer que vai cerzir os furos. Na medida em que você produz, vão se identificando, se localizando os furos em torno do qual o analisando borda. Em certa medida, é isso que se consegue deduzir no final de uma análise, são esses furos, que é aquilo que não se liga, que não tem sentido, o que não tem uma significação. Mas é a partir disso que se vai localizar uma identidade, é a partir disso que surgirá algo novo”, Dominique Fingermann em http://www.livrariacultura.com.br/revistadacultura/reportagens/nos-repetimos .

Que descrição belissima da psicanalise! Um trabalho artesanal.

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